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“A história da nossa vida passa pela Chapecoense”

22/09/2020 - 13:53

Da esquerda para a direita: Alessandro Hartmann, Neto, Paulo Magro, Pablo Dávi e Márcio Stakonski. Foto: Divulgação/ACFSe no dia em que Chapecoense e Brusque se enfrentaram para definir o Campeão Catarinense de 2020 a história foi escrita dentro de campo, fora dele não foi diferente. Nos bastidores do confronto, o encontro entre a diretoria alviverde e Alessandro Hartmann - filho do ex-atleta e ex-presidente da Chapecoense Enir Hartmann, o Casquinha - rendeu muitas emoções e boas lembranças. 

Francine Hartmann, Enir Hartmann, Alessandro Hartmann e Sônia Hartmann. Foto: Arquivo PessoalApesar de ter nascido em Brusque, Alessandro cresceu em Chapecó. Na capital do oeste catarinense, ele acompanhou de perto e por muito tempo o dia-a-dia da Chapecoense. Ao lado do pai - que presidiu o clube alviverde nos anos de 1983, 1991 e 2005 - ele eternizou momentos, acumulou memórias e se tornou, indiscutivelmente, um chapecoense de coração. “Eu cresci dentro do clube. Ia em todos os treinos, estava em praticamente todos os jogos, dentro e fora de Chapecó. Viajei com o clube, mesmo sendo muito pequeno. Me lembro de ter ido fardado num amistoso como se fosse jogador. Entrei no ônibus e sentei do lado do técnico, e o meu pai falou ‘vai que ele te escala pro jogo’“ relembrou. 

As camisas doadas por Alessandro para o acervo histórico da Chapecoense. Foto: Rafael Pedroso/ACFA principal motivação do reencontro entre Alessandro e a Chapecoense foi a intenção de doar quatro camisas históricas do clube ao acervo da instituição. Ele já havia manifestado ao pai a intenção de contribuir, desta forma, com o clube, por entender que os materiais têm mais valor estando expostos para o público do que guardados em um acervo pessoal. Infelizmente, Casquinha faleceu em dezembro de 2019, mas o filho fez questão de cumprir com o combinado. “Missão dada é missão cumprida. Eu tinha feito uma promessa para o meu pai e cumpri. A gente tem que dar só o parabéns para Chapecó, para quem fazer parte da história da Chapecoense. À diretoria, aos patrocinadores, aos funcionários que fazem um trabalho fantástico” pontuou. 

Além de fazer a sua parte, Alessandro também lançou um desafio aos torcedores e à comunidade geral que tenham artigos históricos do clube e possam fazer uma doação, enriquecendo, ainda mais, o acervo verde e branco. “Torcida de Chapecó, pessoas que fizeram história na Chapecoense, que tenham a mesma atitude. Sei que tem várias pessoas que têm coleções de camisas, que tem história. Doem para o clube. Façam parte da história. Muito melhor do que só você ver a história do crescimento do clube, é você fazer parte dela. Ao doar uma camisa, você se torna parte da história do clube. E eu tenho certeza que ao fazer isso, quando você colocar a cabeça no travesseiro você vai deitar com uma tranquilidade tão grande que vai se sentir melhor.” Enquanto torcedor, Alessandro também afirmou que, em breve, visitará Chapecó para ver de perto o acervo do clube.

Os torcedores que tiverem camisas e demais artigos históricos e, assim como Alessandro, quiserem doá-los para a Chapecoense e eternizá-los na trajetória do clube podem entrar em contato com a agremiação através do e-mail [email protected]

Por Alessandra Seidel 
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