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Bruno Pacheco recorda reta final de 2018 como exemplo para este momento

19/09/2019 - 13:59

Foto: Márcio Cunha/ChapecoenseApós um turno do Brasileirão ter se passado a Chape se encontra na zona de rebaixamento da competição, mas, como destaca Bruno Pacheco, é momento de acreditar porque é possível buscar os pontos necessários. 

“O grupo pode sim sair dessa situação. Lembro do ano passado, nas últimas seis rodadas a gente precisava ganhar três e empatar um e foi isso que aconteceu. Eu sei que quem torce de verdade pra Chapecoense ainda acredita e vamos fazer de tudo para sair dessa situação.”

O próximo compromisso do Verdão é no domingo, às 11h, diante do Internacional, no Beira-Rio. Pacheco acredita que a não conquista da Copa do Brasil fará com que o Inter vai “vir com tudo” no Brasileirão, mas que a Chape precisa buscar os pontos que não vieram até esse momento. 

“A gente projeta fazer tudo o que não fizemos no primeiro turno. Cada jogo agora para a gente é uma final. Claro que vamos pegar uma equipe muito difícil, que vai vir com tudo no Brasileiro, mas para sairmos dessa situação temos que conseguir os pontos que não conquistamos até aqui.”

Foto: Márcio Cunha/ChapecoenseA partida será a primeira sob o comando do novo técnico, Marquinhos Santos, na Chape. O lateral esquerdo acredita que a se a equipe assimilar os conceitos do treinador o quanto antes, os resultados virão. 

“O Marquinhos está aqui querendo ajudar, implantando um novo método de trabalho e é muito importante a gente absorver o mais rápido possível. É um cara que deixou bem claro que a gente tem que estar juntos, que é possível sair dessa zona incômoda. A gente entendendo o plano de jogo, o plano tático dele, temos tudo para sair dessa situação”, comentou Bruno Pacheco. 

Em sua segunda temporada com a camisa da Chape, Bruno destaca que o grupo tem peças importantes, que chamam a responsabilidade.

“Ninguém aqui está jogando a toalha, pelo contrário. A gente tem líderes no grupo. Temos o Márcio Araújo, o Gum, o Camilo, eu também me incluo nisso, de chamar a responsabilidade. [...] O torcedor está no direito dele de protestar. Cabe a nós ouvir e corresponder dentro de campo. Não adianta cada um remar para um lado que acaba gerando um conflito desnecessário. Aqui ninguém vai se esconder.”

Por Rafael Bressan

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