“Quero fazer história aqui”

Matheus Ribeiro – terceiro reforço anunciado pela Chapecoense em 2020 – realizou, na tarde desta terça-feira (14), a sua coletiva de apresentação. Acompanhado pelos representantes do Departamento de Futebol alviverde, o lateral de 26 anos falou do orgulho em defender o clube nos compromissos da temporada. “Estou muito feliz em estar aqui. É um orgulho grande vestir a camisa da Chapecoense e eu espero poder retribuir a confiança do Michel, do Mano, da Comissão Técnica, do Presidente, dentro de campo… Porque falar aqui na entrevista, todo mundo fala. Agora, tenho que transmitir tudo isso dentro de campo e ajudar a Chape a voltar pro lugar de onde nunca devia ter saído”.

Integrado ao elenco alviverde desde o início da pré-temporada, Matheus destacou a qualidade dos treinamentos. “Os treinos têm sido muito bons. A comissão técnica trabalha muito bem e os jogadores estão procurando assimilar o estilo de jogo do professor Hemerson. É um cara muito enérgico, muito competitivo e que tem a cara da Chapecoense, realmente”.

Lateral direito de ofício, o novo camisa dois do Verdão falou sobre suas características em campo e sobre a forma como irá contribuir com o time. “Eu sou um lateral bastante ofensivo, mas que com o tempo se adaptou à parte defensiva, porque isso é necessário. Sou um jogador bastante aguerrido, que gosta de chegar no ataque, finalizar a gol também, e muito intenso dentro de campo”.

Natural de Erechim – distante 100 km de Chapecó – Matheus afirmou sempre ter acompanhado de perto a ascensão da Chapecoense e destacou que, além disso, sempre foi um admirador do clube. “Por ser de Erechim, sempre acompanhei muito a Chapecoense e sempre fui um torcedor, como todas as pessoas da região também acompanham e tem o clube como exemplo. Quando apareceu a oportunidade, não pensei duas vezes. Espero conquistar grandes coisas aqui”.

Por fim, o atleta garantiu já estar se sentindo em casa na Chapecoense. “Chegar num clube novo geralmente é difícil, porque você não conhece muita gente, mas aqui não.. Eu conhecia o Alan, conhecia o Campanharo, o Yann… Eu tinha vários amigos, então a adaptação foi muito rápida, eu já me sinto em casa. Estou aqui há 12 ou 13 dias, mas já me sinto bem e muito a vontade. Sei que posso contar com todo mundo aqui”.

Por Alessandra Seidel

Foto: Márcio Cunha/ACF

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